Fisioterapia Pediátrica

A Fisioterapia Pediátrica atua na prevenção , habilitação e reabilitação do desenvolvimento neuropsicomotor, das crianças que apresentam atraso de desenvolvimento, disfunções neuromotoras , sequela de prematuridade, síndromes genéticas ou qualquer patologia que possa interferir na sequência normal do desenvolvimento motor infantil.
O trabalho da fisioterapeuta na área da pediatria exige dela um conhecimento que lhe proporcione atender a criança de acordo com as necessidades que esta apresente, desde as consideradas mais simples até as mais complexas e específicas. A Fisioterapia Pediátrica utiliza uma abordagem com base em técnicas neurológicas especializadas, visando sempre direcionar os objetivos fisioterapêuticos com atividades lúdicas tornando o momento prazeroso para a criança . Faz-se necessário, entretanto que o ambiente seja inteiramente direcionado ao universo infantil, com recursos necessários aos atendimentos.

sábado, 29 de setembro de 2012

Extensoras (Polainas)

Utiliza-se extensoras ( também conhecidas como Polainas) como recurso durante alguns atendimentos em fisioterapia. Elas são indicadas para uso em membros superiores e membros inferiores, objetivando uma estabilização das articulações do cotovelo e do joelho em posição de extensão, respectivamente. São confeccionadas com materiais resistentes como lona, contendo barras de duralumínio, evitando dessa forma que ocorra a flexão, devido o bloqueio da articulação.

Pontua-se como indicações clínicas, principalmente a manutenção do posicionamento desejado, com ganho significativo do alongamento muscular no segmento no qual está sendo estabilizado, favorecer o controle e a ativação muscular proximal e o ortostatismo. Com a estabilização dos joelhos, podemos realizar treino de marcha em pacientes com Mielomeningocele (com indicação para a marcha), alguns casos de Paralisia Cerebral  e demais patologias. O uso da extensora  em membros superiores favorece também no treino do engatinhar das crianças que tem dificuldades em estabilizar os cotovelos.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Método Cuevas Medek Exercises


Definição:
O Método Cuevas Medek Exercises (CME) é uma abordagem fisioterapêutica utilizada para crianças que possuem alteração no desenvolvimento motor causado por síndrome não degenerativa que afeta o Sistema Nervoso Central.  Esta terapia pode ser aplicada a crianças a partir de 3 meses devida até que elas atinjam o controle da marcha independente. Como os terapeutas que utilizam o Método CME precisam expor à criança a influência da força da gravidade, através do progressivo suporte distal, o uso desta terapia pode ser limitado pela altura e peso da criança.  O Método CME foi criado e desenvolvido por Ramón Cuevas, fisioterapeuta chileno, durante a década de 70, em Caracas, Venezuela.
O princípio fundamental do CME é baseado no fato de que crianças que possuem comprometimento no seu desenvolvimento precisam reforçar seu potencial de recuperação natural. Esta propriedade do Sistema Nervoso Central continua a propulsar o processo de desenvolvimento mesmo após a seqüela ter se instalado.  A reação natural do "potencial de recuperação" isoladamente, não pode tirar a criança da situação de desenvolvimento motor anormal. Por isso é crucial iniciar a terapia motora no momento da detecção dos primeiros sinais de atraso na função motora. O nível final de independência motora alcançado pela criança irá depender dos seguintes fatores:

o 1- A detecção precoce da alteração no desenvolvimento motor.
o 2- A existência do potencial de recuperação cerebral.
o 3- A aplicação no momento correto de uma abordagem significante de terapia motora.
o 4- A execução constante de exercícios apropriados até se atingir o total controle motor.
Características:
Provocar o aparecimento de funções motoras automáticas ausentes.
Cooperação e motivação da criança não são requisitos na terapia CME.
Expor a criança à influência natural da força da gravidade com progressivo suporte distal.
Manobras de alongamento são integradas na terapia CME.
Tônus muscular aumentado em extremidades não são obstáculos para se estimular o controle postural em pé.
Um período de triagem é proposto para se demonstrar resultados a curto prazo da Terapia CME.

Avaliação:
O Método CME possui um protocolo de avaliação próprio composto de 41 itens. Na avaliação serão realizados testes para se verificar o estágio motor da criança, sendo avaliado desde controle cervical até marcha independente.  No IMPDor, a avaliação dura em média 90 minutos e é composta pelo protocolo de avaliação CME, além da entrevista com o responsável e avaliação geral da criança. A avaliação é de fundamental importância para que se possam traçar os objetivos terapêuticos. Conhecer a rotina da família, a rotina da criança, as preferências da criança, além dos aspectos motores nos possibilita tratar a criança de forma global. Na avaliação os responsáveis deverão trazer todos os exames relevantes, assim como os relatórios hospitalares e terapêuticos e deverão vestir a criança com roupas confortáveis.

Exercícios:
O CME possui mais de 600 tipos de exercícios. Cada exercício representa um desafio biomecânico particular para a criança. Cada exercício de fisioterapia demanda uma resposta ativa da criança e a escolha do exercício sempre estará diretamente relacionada com o potencial de reação dela. A porção de "arte" da terapia CME depende da habilidade do terapeuta CME em escolher e aplicar uma boa seqüência de exercícios durante a sessão de fisioterapia, com o objetivo de "provocar" novas reações espontâneas posturais funcionais.

A porção "científica" da terapia CME reside no emergir de novas respostas do cérebro imaturo. A terapia CME propõe um período de prova de 8 semanas de tratamento diário para se provar que este programa de terapia pode ajudar a criança a progredir. O objetivo principal deste período de 8 semanas é alcançar pelo menos 3 dos objetivos propostos na avaliação.  Utilizando estes 3 objetivos como critério, os pais terão um método concreto de avaliar a efetividade da abordagem terapêutica utilizada com seus filhos. A terapia CME é a única abordagem terapêutica comprometida com estes princípios de efetividade.

Equipamentos:
Este conjunto de caixas especiais é utilizado para aplicar a terapia CME assim que a criança tenha condições de se manter de pé apoiada pela coxa. As caixas possibilitam ao terapeuta e aos pais todas as possibilidades biomecânicas funcionais para estimular todo o espectro das reações de estabilidade em bípede e as respostas de equilíbrio.
O equipamento é composto por:
Três caixas com as mesmas medidas, uma caixa alta, uma prancha quadrada, um cubo e uma barra.  Sabendo como tirar vantagem do material CME, a criança poderá ser estimulada dinamicamente para se aprimorar a sua estabilidade em bípede, equilíbrio e controle da marcha. Este conjunto permite ao terapeuta realizar exercícios de forma segura e ergonômica, pois a sua execução acontece dentro do alcance do terapeuta.  Esta mesa com medidas especiais é útil e necessária para realizar o tratamento de crianças desde os exercícios de controle cervical até o momento em que elas sejam capazes de se manter firmemente em bípede auxiliadas pelos tornozelos.

Contra-indicação:
Existem algumas contra-indicações para se receber a terapia CME:
Doenças degenerativas.
Osteogênese Imperfeita.
Epilepsia não controlada.
Bebês menores de 3 meses, exceto para terapeutas CME II e CME III.
Qualquer terapeuta que não possua formação em CME assinada por Ramón Cuevas.
Seguir informações passadas por profissionais não graduados em CME.

Referência
www.terapiainfantil.com.br

Theratogs

O TheraTogs é uma roupa terapêutica de treinamento neuromotor, postural e sensorial. Esse recurso é resultado da combinação de um sistema de tronco e membros inferiores, podendo ser estendidos aos membros superiores. Além disso, o sistema dispõe de tiras e velcros especialmente desenvolvidos para serem fixados as diversas partes corporais, de acordo com a necessidade clínica de cada paciente.
Este sistema foi desenvolvido nos EUA pela fisioterapeuta Beverly Cusick, respeitando sólidos princípios biomecânicos e da ciência neuromuscular.
Através da utilização do TheraThogs, o usuário pode obter inúmeros benefícios terapêuticos, entre eles destacam-se:
Remodelamento ósseo e articular em bebês e crianças
Consciência corporal e estabilidade postural
Alinhamento articular funcional
Vivência sensoriomotora para um correto aprendizado motor em atividades diárias domiciliares e escolares.
Cabe ressaltar que o TheraThogs pode ser utilizado durante as sessões de terapias, assim como no ambiente escolar, domiciliar e nas demais atividades de vida diárias, permitindo ao usuário mais de 16 horas diárias de uso.
O TheraTogs é indicado para pacientes com ataxia, hipotonia, atetose e espasticidade; fraqueza muscular e déficit de equilíbrio; alterações da marcha; desvios articulares; instabilidade articular; problemas de recrutamento muscular; déficits de integração sensorial; alterações comportamentais; assimetria postural e déficit de equilíbrio muscular.
Ao contrário de outros sistemas utilizados em diversos modelos de órteses rígidas, compostas de plásticos e metais, o sistema TheraThogs é dinâmico, sendo fabricado por um material leve, flexível, e respirável, o qual  é utilizado sob a roupa normal.
Estudos têm demonstrado efetiva melhora no equilíbrio, padrão de marcha e alinhamento orsteoarticular, permitindo ao usuário ganhos significativos relacionados às suas atividades de vida diárias.
(Informações retiradas do site www.theratogs.com)

domingo, 16 de setembro de 2012

A Fisioterapia na Síndrome de Down

A avaliação inicial da criança com Síndrome de Down deve ser holística, sendo importante estar alerta aos problemas associados à síndrome, tais como hipotonia, redução da força muscular, hipermobilidade articular, pés planos, escoliose, alterações respiratórias, instabilidade atlânto-axial, doença cardíaca congênita, deficiências visual e auditiva, presença de doenças convulsivas. Com esses dados, o fisioterapeuta é capaz de analisar as necessidades de cada criança e de sua família, planejando orientações e intervenções apropriadas para cada situação.
O principal objetivo da fisioterapia é criar condições para explorar o potencial motor da criança, direcionando-a nas sucessivas etapas do desenvolvimento motor e auxiliá-la na aquisição de padrões essenciais e fundamentais do desenvolvimento, preparando-a para uma atividade motora subseqüente mais complexa. Os objetivos específicos são determinados de acordo com a faixa etária ou fase do desenvolvimento. Para alcançar esses objetivos são utilizados métodos que propiciarão maior independência, autoconfiança e ampliação da relação com o meio ambiente.
O objetivo da fisioterapia não é tentar igualar o desenvolvimento neuropsicomotor da criança com síndrome de Down ao de uma criança comum nem exigir da criança além do que ela é capaz, mas auxiliá-la a alcançar as etapas desse desenvolvimento da forma mais adequada possível, buscando a funcionalidade na realização das atividades diárias e na resolução de problemas.
A estimulação bem estruturada pode promover o desenvolvimento da criança, minimizando suas dificuldades e evidenciando a possibilidade de melhores respostas à experiência e adaptação a condições mutantes e a estímulos repetidos. A estimulação adequada torna consciente pra a criança os gestos da vida diária.
Os primeiros meses de vida são fundamentais para a estruturação de nossas potencialidades: as primeiras expressões do bebê são essencialmente motoras grande variedade de pequenos movimentos que fazem parte de um sistema complexo e organizado que irá influenciar no seu bem-estar, presente e futuro. Os primeiros movimentos são reflexos, porém, durante o seu desenvolvimento, a criança os refinará e os tornará mais precisos, reunindo todas as sensações motoras para chegar a gestos globais, tais como erguer a cabeça, sentar-se e ficar em pé.
A criança necessita de pré-requisitos para conseguir passar adequadamente para etapa seguinte do desenvolvimento neuropsicomotor, não se deve tentar pular fases para adiantar o processo, até mesmo porque a criança terá apenas prejuízos. De que adianta andar precocemente se ela é incapaz de se equilibrar ou manipular objetos de forma ordenada? A criança necessita de segurança e controle motor para avançar em seu desenvolvimento.
É importante ressaltar que cada criança tem seu próprio ritmo de desenvolvimento, que deve ser percebido e respeitado. A deficiência não determina como será o desenvolvimento de ninguém. Cada síndrome tem suas próprias características e cada criança as apresentará de forma diferente. O que importa é respeitar a individualidade da criança e determinar a linha de tratamento a partir disso.
O Conceito Neuroevolutivo Bobath é um dos mais adequados ao tratamento das crianças com Síndrome de Down por estar de acordo com os objetivos do trabalho realizado com bebês. O trabalho de correção postural é realizado com crianças e adolescentes através de métodos ortopédicos e de reeducação postural global, como Iso-stretching e RPG.

Integração Sensorial

Sabemos que é através dos sentidos que vamos interiorizando informações e que vamos percebendo o mundo que nos rodeia. Quando estes falham ou ficam alterados, o acesso ao mundo fica perturbado não possibilitando a correta percepção e interação.
A integração sensorial é então o processo pelo qual o cérebro organiza as informações, de modo a dar uma resposta adaptativa adequada, organizando assim, as sensações do próprio corpo e do ambiente de forma a ser possível o uso eficiente do mesmo no ambiente. As nossas capacidades de processamento sensorial são usadas para a interacção social; o desenvolvimento de habilidades motoras e para a atenção e concentração.
O processamento sensorial inclui a recepção de um estímulo físico (Registo Sensorial), a transformação do estímulo num impulso neurológico (Orientação), e a percepção (Interpretação), ou seja, o consciente experiência as sensações e em seguida Organiza uma resposta adaptativa adequada e executa-a. As funções de processamento sensorial ocorrem num continuum e de uma forma rápida e inconsciente. (Um exemplo deste processo é a reação após tocar numa superfície quente)
Todos temos dificuldade em processar determinados estímulos sensoriais (um certo toque, olfacto, paladar, som, movimento, etc) e todos temos preferências sensoriais. Só se torna um transtorno do processamento sensorial, quando estamos em extremos do continuum, ou seja, torna-se uma "experiência perturbadora”, com flutuações imprevisíveis e com um impacto significativo sobre a capacidade de desenvolvimento ou funcionamento diário.

É essa ruptura que gera uma disfunção neurológica chamada Distúrbio do Processamento Sensorial.
Quando existem distúrbios sensoriais, podem afectar negativamente o desenvolvimento e as habilidades funcionais, quer sejam no comportamento, motoras, cognitivas, quer sejam ao nível emocional.
De acordo com Kranowitz (2005), a predisposição genética, as circunstâncias pré natais a prematuridade,  a excessiva ou insuficiente estimulação, períodos longos de hospitalização ou institucionalização, são algumas das prováveis causas de alteração do processamento sensorial
 Uma Perturbação Sensorial poderá:
- Afectar o comportamento da criança (ex: impulsivas, desatentas, distraindo-se facilmente);
- Prejudicar os seus movimentos (nível de actividade alto ou baixo, descoordenado ou desajeitado, caindo e tropeçando frequentemente);
- Influenciar a sua capacidade de aprendizagem (dificuldade em concentrar-se, perturbar-se com os ruídos, distrair-se com estimulação visual);
- Influir na sua relação com os outros e a sua auto imagem (dificuldade em relacionar-se com crianças da mesma idade, demasiado sensíveis ou críticos, demasiado ansiosos ou receosos, tendendo a isolar-se ou frustrar-se facilmente); Pode impedir uma criança de brincar e de experienciar as interacções fundamentais para a aprendizagem e interacção social.
O  medo, ansiedade ou desconforto que acompanha estas situações quotidianas podem perturbar significativamente as rotinas diárias no ambiente familiar. Além disso, os ambientes escolares e sociais podem conter estímulos físicos que muitas vezes causam sofrimento significativo a essas crianças.
Os pais podem ter dificuldades em lidar com os problemas decorrentes do processamento sensorial, muito antes das crianças ingressarem no ensino escolar! Estes distúrbios podem tornar-se mais evidentes quando a criança entra numa creche e podem persistir na idade adulta.
A função principal dos sistemas sensoriais é realizar a tradução da informação contida nos estímulos ambientais (externos e internos) para a linguagem do sistema nervoso (sentir calor, detectar odores desagradáveis, etc.).
As alterações podem ocorrer num ou em todos os sistemas sensoriais, incluindo táctil, auditivo, visual, gustativo, olfactivo, proprioceptivo e vestibular.
São esses sentidos que devem ser olhados com cuidado:
Táctil: o sentido do tacto; resposta dos receptores da pele sobre o toque, pressão, temperatura, dor e movimento dos pêlos sobre a pele.
Auditivo: contribuição relativa aos sons, a habilidade de perceber correctamente, discriminar, transformar e reagir a sons;
Oral: Relativo à boca, a habilidade de perceber correctamente, discriminar, processar e responder aos paladares ou a estímulos dentro da boca;
Olfactivo: relativo ao cheiro, uma habilidade de perceber correctamente, discriminar, processar e responder a diferentes odores.
Visual: relativo à vista, a habilidade de perceber correctamente, discriminar, processar e responder ao que se vê.
Vestibular: situado no ouvido interno responsável sobre as reacções ao movimento e equilíbrio.
Proprioceptivo: o sentido da "posição"; Como o cérebro interpreta a posição do corpo, peso, pressão, alongamento, movimentos e alterações na posição. A capacidade de perceber espacialmente, cada segmento corporal em particular ou o corpo como um todo, tanto em situações estáticas, como nas actividades que demandam movimento (dinâmicas).
Todos temos alguns tipos de preferências sensoriais e talvez até leve um caso de "disfunção". No entanto, é a frequência, intensidade, duração e impacto funcional desses sintomas o que determina a disfunção.
Muitas crianças com alterações sensoriais a nível táctil, usarão somente as pontas dos dedos, quando brincam com areia, cola, tinta, comida. Assim, seu jogo é limitado tal como a sua capacidade de exercer experiências de aprendizagem. Podem ficar com medo, evitar actividades, retirar, ou actuar como seu corpo responde. Tem tudo a ver com a maneira pela qual o sistema nervoso interpreta as sensações de toque e estimulação.
Para concluir, é importante reter que:
- A integração sensorial é uma desordem neurológica, não uma criança mimada, um produto de má parentalidade, criança desafiadora ou de uma doença mental!
- São reacções a estímulos sensoriais específicos. É sobre como essa entrada é feita, organizada e utilizada para interpretar o seu ambiente e fazer o corpo reagir, pronto para aprender, mover, regular os níveis de energia e emoções, interagir e desenvolver-se adequadamente.
- Se conhece ou observa uma criança com um Distúrbio do Processamento sensorial. Quando os sintomas da disfunção de integração sensorial aparecem, procure o apoio de um profissional de saúde. Como acontece com qualquer problema, a chave é descobri-lo para que possa começar a tratá-lo o mais precocemente possível!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Fisioterapia Pediátrica

A Fisioterapia Pediátrica atua na prevenção , habilitação e reabilitação do desenvolvimento neuropsicomotor, das crianças que apresentam atraso de desenvolvimento, disfunções neuromotoras , sequela de prematuridade, síndromes genéticas ou qualquer patologia que possa interferir na sequência normal do desenvolvimento motor infantil.
O trabalho da fisioterapeuta na área da pediatria exige dela um conhecimento que lhe proporcione atender a criança de acordo com as necessidades que esta apresente, desde as consideradas mais simples até as mais complexas e específicas.


A Fisioterapia Pediátrica utiliza uma abordagem com base em técnicas neurológicas especializadas, visando sempre direcionar os objetivos fisioterapêuticos com atividades lúdicas tornando o momento prazeroso para a criança . Faz-se necessário, entretanto que o ambiente seja inteiramente  direcionado ao universo infantil, com recursos necessários aos atendimentos.